Michael Phelps

O maior medalhista da história dos Jogos Olímpicos também precisou vencer uma depressão profunda para encerrar sua carreira em grande estilo. Em 2014, o nadador americano chegou ao fundo do poço ao se viciar em pôquer, bebidas e drogas. Chegou até ser preso ao ser flagrado dirigindo embriagado e ficou 45 dias internado em uma clínica de reabilitação. “Eu era um trem desgovernado. Eu era como uma bomba-relógio, esperando para explodir. Eu não tinha auto-estima. Houve momentos em que eu não queria estar aqui. Aquilo não era bom. Eu me sentia perdido”, disse ele em uma entrevista à ESPN.

Phelps sempre teve tendências problemáticas, uma vez que seus pais se separaram quando ele ainda era pequeno e aquele garotinho sentia a obrigação de reunir a família novamente. Aos 19 anos, já havia sido preso por dirigir bêbado. Ficou um bom tempo sem falar com seu pai e só se reconciliou quando se recuperou da depressão. Depois da volta por cima, o nadador ainda fechou sua carreira com chave de ouro. “Estou feliz com a forma como tudo acabou. Fiquei orgulhoso do trabalho que fiz nos últimos dois anos para ser capaz de voltar e chegar onde estou hoje”, contou em coletiva de imprensa um dia depois de deixar as piscinas olímpicas.

Foto: Reprodução/Facebook oficial Michael Phelps

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