200 cirurgias e 65% do corpo queimado

A história de Turia Pitt é forte. Modelo australiana e corredora, ela viveu um drama há cinco anos, quando, durante uma ultramaratona em seu país, tornou-se vítima de um incêndio florestal. Ela correu sério risco de morte pelas queimaduras graves em cerca de 65% de seu corpo, mas sobreviveu. Os médicos, então, disseram que correr não seria mais possível. Ela não aceitou a previsão. Mais que isso, neste ano, completou o Mundial de Ironman no Havaí. Turia foi submetida a cerca de 200 cirurgias. Partiu das chances pequenas de sobreviver para intermináveis intervenções plásticas. A modelo, no entanto, não conseguiu ficar longe do esporte. Além de voltar a correr, ela queria mais.

Queria provar para os médicos que, sim, era possível voltar. O desejo de competir em um Ironman a empurrou para essa luta, segundo ela.

Turia Pitt enfrentou os 3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42 km de corrida no Ironman do Havaí, o Mundial da modalidade. Terminou em 14h37min, dentro do tempo limite de 17h. Para se classificar, ela conseguiu o índice em outro Ironman, na Austrália, em maio.

Ou seja um exemplo de superação e motivação

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